Ter um carro é um plano de grande parte dos brasileiros. Para se ter ideia, uma pesquisa divulgada em julho de 2022 pelo site Garagem 360 mostrou que 70% dos brasileiros pretendem comprar um carro até julho de 2023. Entretanto, os que escolhem financiar o bem se deparam com processos burocráticos e um ponto que dificulta o acesso: a taxa de financiamento de veículos.

Mas o que seria essa taxa? Como ela funciona? Seria possível ter um carro e escapar dela? Isso é o que vamos te contar neste conteúdo. Continue a leitura!

O que é a taxa de financiamento de veículos?

A taxa de financiamento de veículos é a maneira com que as instituições financeiras calculam o custo de emprestar dinheiro para a aquisição do bem, podendo variar conforme diversos fatores. É importante entender como ela funciona e como afeta o custo final do carro. 

Entre os fatores que podem influenciar diretamente na taxa de juros para financiamento de veículos estão o perfil do comprador, o valor, a quantidade de parcelas, a instituição financeira escolhida, a porcentagem do valor de entrada, etc. Vamos explicar um pouco mais sobre isso a seguir.

Como funciona a taxa de financiamento de veículos?

Como falamos, o financiamento do veículo é feito por meio de uma instituição financeira. Assim, a taxa de financiamento funciona como uma espécie de “pagamento extra” incluso em cada parcela do crédito que foi oferecido ao comprador.

A taxa é definida de acordo com determinados fatores. Entre eles, a Selic, taxa básica de juros da economia. Quando há o aumento da Selic, os juros do financiamento, bem como dos empréstimos, tendem a subir. 

O perfil do comprador é um fator importante que influencia no encargo. Aqueles com renda mais alta e histórico financeiro positivo tendem a obter taxas mais baixas, enquanto aqueles com renda menor e histórico financeiro menos positivo tendem a ter valores mais elevados. 

Ou seja, quanto maior o risco da operação, mais cara ela se torna, e quanto menor o risco, mais barata ela é.

Tipos de financiamento automotivo 

O financiamento automotivo é realizado por bancos públicos e privados. Na hora de adquirir um carro, existem três modalidades diferentes, cada uma com uma especificidade para atender cada caso, variando conforme o banco escolhido. Descubra mais sobre elas:

Crédito Direto ao Consumidor (CDC)

Uma das opções mais comuns do mercado, o Crédito Direto ao Consumidor (CDC) é uma modalidade de empréstimo que permite a aquisição de bens de consumo, como imóveis e, claro, veículos. O pagamento é feito em parcelas com juros, previamente acordados entre as partes. 

Apesar do carro ficar em posse do comprador, ele permanece alienado ao banco até que todas as prestações sejam pagas. Essa modalidade pode ser feita tanto na concessionária, quanto diretamente no banco.

Consórcio

Ideal para quem não precisa do veículo a curto prazo, o consórcio é uma modalidade de compra programada. Nele, um grupo de pessoas se reúne para adquirir um bem em comum e cada participante paga mensalmente uma parcela, que é utilizada para a contemplação de um ou mais integrantes, escolhidos por sorteio ou lance.

Assim que for sorteado ou ao dar um lance (que funciona como um adiantamento de parcelas), o cliente contemplado recebe uma carta de crédito que permite a compra do veículo. Uma taxa de administração é cobrada referente ao serviço.

Leasing

A operação de leasing, também chamada de arrendamento mercantil, é um contrato pelo qual o banco ou empresa especializada no serviço disponibiliza o veículo, como em um aluguel, mediante o pagamento de um valor mensal por um período determinado. 

Quando todos os pagamentos são concluídos, a posse do carro é concedida ao cliente, sem a cobrança de qualquer custo além daquele que já foi pago ao longo do tempo.

O carro fica registrado em nome da empresa, o que facilita a recuperação do bem caso as prestações não sejam pagas. A vantagem da modalidade é possuir menores taxas de juros.

O que considerar ao comprar um carro zero? 

Comprar um carro zero é uma escolha que envolve um impacto financeiro. Para ocorrer um financiamento de veículo, por exemplo, é importante se atentar a alguns tópicos que serão considerados para a concessão do crédito. Veja:

Entrada

Os financiamentos não cobrem 100% do valor do veículo. Por isso, é preciso que o comprador entre com uma contrapartida, que gira entre 10% e 20% do valor do bem, em média. Essa necessidade de desembolsar uma entrada pode deixar o processo ainda mais custoso. 

Gastos mensais

Os gastos mensais são as despesas que ocorrem mês a mês, geradas a partir de uma pessoa ou família. Entre eles estão os custos com o carro, como: combustível, seguro, manutenção do veículo, documentação, impostos, etc. 

Em todos os casos, é necessário realizar um planejamento financeiro para não perder o controle sobre essas despesas fixas e necessárias.

Gastos adicionais

A compra do carro próprio 0 km vai além do custo de aquisição do carro e gastos recorrentes, pois envolve também gastos iniciais com emplacamento, documentação e seguro obrigatório (DPVAT).

Score de crédito 

O score de crédito é um tipo de pontuação atribuída a cada pessoa física, indicando bom histórico ou risco de inadimplência em relação ao pagamento de dívidas. 

A pontuação é calculada com base em informações financeiras, como registros de pagamentos, tempo de crédito, dívidas em aberto, entre outras. 

Além disso, essa numeração é utilizada por instituições financeiras para avaliar o perfil de um cliente e decidir se concedem ou não empréstimos, financiamentos, cartões de crédito, entre outros serviços.

Depreciação de veículos

A depreciação de veículos é a desvalorização do carro devido fatores como tempo de uso, quilômetros rodados e estado de conservação. 

 

A desvalorização acontece assim que o veículo sai da concessionária pela primeira vez, fazendo com que não seja possível vender um veículo pelo mesmo preço de compra.

Qual é a média da taxa de juros para carros 0 km?

Atualmente, as taxas de financiamento de veículos mensais giram em torno de 0,90% a 4,03%, conforme a tabela do site do Banco Central (BC). Se considerar as taxas de juros anuais, os números são ainda maiores, podendo chegar a 60,67%. A tabela do BC compara os juros cobrados em 48 instituições financeiras diferentes.

Esses encargos podem variar conforme a instituição financeira escolhida, a relação do comprador com o mercado, histórico de transações e pagamentos, modelo do carro, número de parcelas, entre outros. 

Quer fugir das taxas de financiamento de veículos? Então veja só o que preparamos para você no próximo tópico.

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